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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Bom humor

Todos me perguntam como mantenho o bom humor sempre.
Simples a resposta: eu não mantenho.

Há momentos de alegria, há momentos de tristeza, de desafios, de amores e de dissabores.
E quem disser o contrário, caro leitor, pode ter certeza de que está blefando.
O bom humor? Não é sempre, não é nato. Simplesmente ninguém tem nada a ver com os nossos problemas, com os nossos pensamentos e, portanto, não precisam sofrer por isto.
O bom humor é contagiante. Ele revigora, rejuvenesce e estimula todas as células do corpo.
Quem já não leu por aí que o sorriso movimenta mais de centenas de músculos.
Sorriso causa rugas? Não causa. Não pelo menos aos que estão perto de você.
Sorriso causa sorriso.

Batom


Texto de Elizabeth Gilbert:

"Mesmo no meio das piores tragédias e crises, não há porque aumentar a tristeza de todo mundo mantendo, você mesma, uma aparência triste. Essa é minha filosofia. É por isso que sempre usei maquiagem e jóias na selva... nada extravagante demais, talvez só uma pulseira de ouro, uns brincos e um batonzinho, um bom perfume. O suficiente para mostrar que eu ainda tinha auto-estima."

Aliás, é super deprimente quando você não está em um dos seus melhores dias e fica se demonstando como tal para a população do planeta. Se está num destes dias, pelo menos eu acho que é o melhor a fazer, arrume-se, coloque-se em cima do salto (se for homem pode ser que prefira uma linda gravata) e vá trabalhar. Isto espanta mal olhado, mal humor e mal agouro. Além de trazer bons fluidos pra si próprio e pra comunidade.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

A coluna

Quando você é jovem demais, refiro-me aqui a quando você tem entre 17 e 25, não liga pra muita coisa na vida.
Ainda não sabe como será sua carreira, apesar de ter sido tão otimista e ver que agora, aos 41, ela é realmente bem sucedida (talvez tenha a ver com o otimismo da época).
Não liga pras noites sem dormir. Aquelas ou que você está estudando horas a fio ou aquelas que você vai pra balada escondido do seu pai. Sim... porque ele não deixa, mas sua mãe autoriza com um leve toque de mão, um sorrisinho maroto que só as mães conseguem e um "psiu". Ele foi pra cama. Pode ir que é chegada a hora da farra !
Não liga muito para o que as pessoas pensam, não que agora você se importa tanto, afinal ninguém te ajuda a pagar as suas contas (é o que você sempre diz pra todo mundo, não é?). Mas não liga nada nada para o que as pessoas pensam a seu respeito ou sobre o jeito que se veste, ou o jeito que fala ou escreve.
Na verdade, nada importa mais do que viver a vida no momento em que ela é apresentada a você, coisa que você realmente somente percebe a importância disto agora.
Você, nesta fase da vida, onde é praticamente um pós adolescente, percebe que a vida é ótima e realmente "fodam-se" os outros. Ah... quantas vezes você aperta o botão do "foda-se", só pra poder garantir o direito de "dizer o que pensa, doa a quem doer". Com o tempo, percebe como é bom saber utilizar melhor as palavras, melhor as pessoas e melhor a si mesmo.
Não liga muito para a família, exceto o filho que teve precocemente. Não liga muito pra carros, coisa que sabe que vai fazer muita falta lá na frente.
Não liga pra contas, porque normalmente, nesta época, ainda está ou casada, ou morando com os pais. Tudo vem medianamente fácil.
Nesta idade você não liga muito pra várias coisas, mas normalmente escolhe uma a que se dedicar: eu, particularmente, escolho duas. A de crescer na vida, fazendo meu filho crescer, vencendo obstáculos e parando o carro no estacionamento dos gerentes (com carro da empresa, é óbvio). E ter um corpo ótimo.
Escrevo esta crônica no presente, tanto aos 17 anos, quanto aos 41, somente para exemplificar que os sonhos acontecem em qualquer época. E que sempre esta época é o presente.
Hoje faço tudo isto, inclusive estacionar na vaga dos gerentes e ter um corpo ótimo.
A única coisa que não sabia é que dói. Apesar de fazer yoga há um tempão, você abusa da postura, abusa da coluna, abusa dos joelhos e não percebe que, apesar de estar somente três quilos acima do peso que tem aos 17, dói. Isto pesa. Ah... se pesa.
Pois é... algo que não se liga aos 17, como evitar excesso de peso, ter más posturas e outras extravagâncias, percebe-se agora.
Mas não faz mal.
Acho que aos 17 não tem RPG e acupuntura.
Vou pra lá agora.
Dói. Mas passa. E quem disser que não passa é porque não sabe ser otimista.
Mas se você tem 41 e ainda não é otimista, talvez possa reencarnar e tentar novamente. Peça um novo joelho e uma coluna novos também rs e cuide bem deles.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Crônicas para Sorrir

Noite de autógrafos será em breve!
Entre aqui e acompanhe as novidades !

18 de março de 2009 !


Prefácio

Crônicas para Sorrir não é um livro para se gargalhar de passar mal.
Crônicas para Sorrir é um livro que conta apenas alguns fatos comuns da nossa vida ou
de qualquer pessoa, que representam pura e simplesmente a maneira natural
de se ser bem-humorado ou, mais simplesmente ainda, de se estar de bem com a vida.


Crônicas para Sorrir são estórias que fui juntando por aí, ou que fui inventando mesmo. Isto aí: A criatividade é uma parte da alma do negócio, digo, da alma do livro.

Às pessoas que foram fonte de inspiração para eu escrever estas singelas linhas, muito obrigada mesmo.
E um pedido de desculpas por não ter pedido autorização nem consentimento.
É justamente por isso que troco os nomes ou omito de uma forma natural e totalmente inofensiva.

Obrigada por lerem o livro.
Obrigada por opinarem e dar feedback,
porque, afinal, espero ser este o primeiro de muitos
e espero que todos sorriam um pouco
e comecem a perceber cada vez mais que o sorriso é vital para nossa sobrevivência.

Beijo e um sorriso,
Dora Machado