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quinta-feira, 19 de março de 2009

Casais


Você já reparou como tem mulher madura por aí com homem jovem? E vice-versa: homem maduro com mulher jovem.
Eu, com meus 41 anos, noto que normalmente os homens mais jovens, ou muuuuito mais jovens, são os que mais frequentemente olham pra mim.
E noto que os da minha idade, que particularmente seriam os meus preferidos, preferem as mulheres mais jovens.
Será que isto se explicaria porque as pessoas gostam das diferenças? Pode ser que sim, que este seja o explicável. Ou o inexplicável.
Vou regularmente à academia. Praticamente diariamente. E noto que sou extremamente devorada visualmente pelos homens mais jovens. Digamos, assim, uns 10 anos mais jovens.
Homens quarentões que eu poderia julgar "charmosos" não olham pra mim. Eles querem as mais novas.
Será que eu que sou diferente em querer olhar para alguém da mesma idade que eu? Ou será que eles que são os normais, em buscar a normalidade na total divergência?
Não sei. Não sabemos.
Já li sobre Homens serem de Marte e Mulheres serem de Vênus. Eu, particularmente, acho que eles não são de nenhum destes planetinhas. Acho que as pessoas gostam do que é diferente, do que é irrevente, do que não é comum.
Tenho um amigo cinquentão (não, ele vai brigar comigo aqui, caro leitor: tem apenas 49 anos). Este amigo acha que mulheres ideais pra ele são as mulheres de menos de trinta. Vê se pode: uma pessoa que tem um apartamento ao lado da praia e vai de carro, sem dar-se ao trabalho de uma minúscula caminhada, conquistando assim obviamente uma barriga enorme devido a tanta inércia e cerveja.... aprecia as garotas de vinte. E elas gostam. Se gostam dele e de sua barriga ou se gostam do dinheiro dele, não saberei contar aqui. Porém... as divergências são certamente apreciadas, por qualquer que seja o motivo.
Eu me lembro bem. Aos vinte e poucos anos era casada com um cara mais velho. Mas somente dez anos mais velho.
E hoje, com quarente e um, acho os mais velhos (por exemplo os de dez anos a mais) extremamente mais velhos do que eu.
Se os homens envelhecem mais rápido (incoerentemente, já que amadurem mais tarde do que as mulheres, normalmente), por que, ainda assim, as mulheres jovens os preferem?
Quanto a mim? Não busco nada. Gosto de mim, gosto de estar comigo. Mas eu apreciaria um de quarenta. Dez anos mais do que eu? Creio que não mais.
Uma pessoa muito mais jovem? Não creio que eu teria a devida paciência.
Uns dez anos a mais? Talvez o achasse velho, já que meu segundo ex marido tem apenas 4 anos a mais do que eu, e eu, particularmente, já o achava muito ancião há quatro anos, quando nos separamos.
O que faz da vida uma graça de vida?
As diferenças? Talvez.
Eu sempre digo: aos vinte, gostava dos homens de quarenta. Aos trinta, continuava gostando dos homens de quarenta. Agora aos quarenta, continuo gostando dos homens de quarenta. Quando eu tiver cinquenta, sessenta? Talvez eu continue gostando dos homens de quarenta.
Quarenta e um? Talvez eu ache um pouco demais.
Quanto a mim? Acho que não aparento tanto (risos). A idade está na consciência de cada um. Não está na minha ainda, não.
Regras? Não as temos. Apenas observações e acontecimentos. Talvez busquemos realmente as divergências, porque é tão chato quando temos tantas igualdades!
Por que será?

domingo, 15 de março de 2009

Crônicas para Sorrir


"Crônicas para Sorrir" são estorias que fui coletando por aí.
Todas elas têm base real ou em estorias minhas, ou em estorias que alguém me contou.
A maioria delas, participei diretamente.
Usei a criatividade para modificá-las todas, inclusive os nomes das pessoas, onde somente os nomes que estão na dedicatoria e na crônica Agradecimento são verdadeiros.
Cuidado !
Cuidado com as estorias (agora estorias se escreve sem acento rs) que me contam.
Elas podem virar um livro !
Crônicas para Sorrir não é um livro de piadas.
O livro mostra que a vida é seria, mas nem tanto.
E que o melhor remedio para vivê-la melhor é único: o sorriso !
Boa leitura e até a próxima estória.
Dora Machado

Respirar


As pessoas passam o dia, a noite, os dias, as noites, as semanas, meses e anos, sem perceber que estão passando. As pessoas fazem de tudo, profissional e pessoalmente, sem perceber cada momento em especial.
A arte de respirar. Já percebeu como as pessoas normalmente respiram por osmose, sem perceber que estão respirando?
Respirações curtinhas, superficiais e normalmente, mais no caso das mulheres, peitorais, sem aproveitar o máximo de nosso organismo.
A questão é complexa, quando você começa a aprender a respirar. Quando comecei a fazer yoga, ficava tonta com as respirações, que são diversas, mas normalmente se aproveitando o máximo de nossa capacidade.
Tem uma tal, que a chamamos "vulgarmente" de massagem abdominal, que você, de pé, inclina seu corpo para frente num ângulo de 90o, solta totalmente o ar de seus pulmões e faz movimentos de inflar e encolher a barriga. Meu Deus ! A primeira vez fiquei muito tonta mesmo e, ainda por cima, no dia seguinte, uma dor no abdomen, como se eu tivesse feito uma série de quatrocentas abdominais seguidas. E funciona.
Quando há stress, a melhor maneira de esvaziá-lo de dentro de si é a respiração.
Mas como respirar?
Quando se aprende a meditar nos centros budistas é muito parecido com o que aprende na yoga. Enche todo o seu máximo potencial de ar pelo nariz e esvazia também pelo nariz.
Na verdade, depois de anos de yoga aprendi que o expirar é uma consequência e que não é necessário fazer força. Demorou, hein?
O complicado é quando frequenta outros centros de melhoria para o seu corpo, como por exemplo RPG e Pilates.
Que confusão. E principalmente se você sai de uma destas aulas e vai pro yoga.
O RPG você enche o pulmão de ar pelo nariz, mas solta pela boca "inflando" a sua barriga.
Já no Pilates, você enche o pulmão de ar pelo nariz, soltando pela boca, mas sem inflar a barriga.
Confusões à parte, cada maneira é uma maneira especial e tem sempre um motivo pra se usar tal técnica.
Mas o que não podemos fazer é respirar sem perceber, como respirações curtinhas e velozes, disparadas.
O melhor a fazer é respirar. Vai perceber que sente que está vivendo cada minuto realmente pleno. E totalmente pleno.
Difícil? Leia algum livro sobre meditação.
Eu recomendo Comer, Rezar e Amar. Mostra facilmente como fazer isto no dia-a-dia, além de mostrar a beleza de uma mulher plenamente inteira.

sábado, 7 de março de 2009

Feliz Dia Internacional da Mulher


Ai ai ai...
Não seriam todos, absolutamente todos, os "dias" da Mulher?
Pode ser.
Eu, particularmente, acho meio machista esta comemoração. Mas já que ela existe, vamos aproveitá-la, enquanto ainda achamos que somos diferentes.
Diferentes sim. Diferentes pra carregar peso. Diferentes anatômica e sexualmente.
Diferentes.
Diferentes, mas especialíssimas.
O homem ou a mulher que vive sem amar uma mulher (mesma que esta seja a mãe dele, ou a vó, ou a irmã rs), não existe.
Mesmo que seja uma lembrança, sempre há a de uma bela mulher.
Aquela guerreira, aquela batalhadora e charmosa, delicada, ao mesmo tempo.
Quando eu morrer, tenho certeza de que as pessoas dirão que lá se foi uma mulher de fibra.
Mas agora, mesmo viva, as pessoas dizem isto. E não bastam os comentários, mas sobretudo, você especialmente sentir-se assim: viva e participante do todo.
Obviamente mulheres de fibra são especiais e irritantes. Quem não se irrita com uma mulher fora do normal? Uma mulher de fibra, que não chora, que abraça qualquer causa, que não teme a nenhum desafio e que ainda sai, acima de tudo e sobretudo, com a vitória em seus braços e semblante. Mas acima de tudo com um sorriso no rosto. E bela.
Ah... estas mulheres.
Antigamente as queimavam nas fogueiras. Ainda hoje, certamente, é uma enorme vontade de algumas em fazê-lo. Sejamos mais específicos: de algumas. Mulheres contagiantemente inteligentes e provocadoras de suspiros reticentes de inveja e admiração.
Mas isto não é tudo: o dia internacional da mulher, apesar de eu achar que são todos os dias. Absolutamente todos.
Este dia merece sim, ser comemorado. E bebemorado também.
Porque as causas foram e são muitas. É bom lembrar que até muito pouco tempo atrás elas não usavam calças jeans e eram escolhidas para o matrimônio.
Eu? Faço minhas escolhas. Sou uma mulher linda, jovem, dinâmica, inteligente e segura.
E você? Olhe-se no espelho. Auto-estima é tudo.
Antes de buscar o príncipe encantado, acredite em si mesma. O resto é consequência.
Eu me amo.
E amo este tal marco que gerou o Dia Internacional da Mulher.
Se acha ridículo, pense na Joana D´Arc. Seja um pouco assim. E mostre ao mundo que é tão sensível quanto antigamente, mas que é sobretudo um ser humano de fibra. E além disto, detendora de uma intuição incrível e um poder de dominar e influenciar pessoas. Inclusive, a si própria.
Feliz Dia Internacional da Mulher.

A vida passa ! Aproveite-a !

A vida passa muito rápido. Mas muito, muito rápido mesmo.
Para os que acreditam, como eu, em reencarnações, você ainda pode aproveitar a próxima. Mas de qualquer maneira, é melhor fazer o que pode agora, pra não deixar nada pra depois.
Para os que não acreditam, diga-se de passagem: a maioria das pessoas, falando-se em estado de São Paulo, vivam mesmo. Porque daqui a pouco acaba e você não vai pro céu. Ou pro inferno.
O céu deve ser meio monótono. Mas na minha opinião, existe o bem e o mal, de iguais tamanhos e proporções.
A vida passa. Se tem vontade de tomar aquele sorvetaço enorme bem gelado e calórico, tome.
Se tem vontade de beijar na boca, beije.
Se tem vontade de se assumir, assuma-se.
Se tem vontade de ficar dormindo, durma.
Se tem vontade de trabalhar menos ou mais, sinta-se à vontade.
Se tem vontade de correr, corra.
Se tem vontade de dançar, dance.
Se tem vontade de chorar, chore.
Mas não sofra. Os momentos felizes e os tristes existem. Ah... eles existem de igual tamanho. Cabe a você olhar pra eles e dar-lhes a devida atenção. Ou não.
A vida passa. Há que aproveitar-se dela.
Porque os momentos são únicos. E não voltam.
E existe aquele velho e bom ditado: "Melhor arrepender-se do que fez, do que não fez". Eu penso exatamente assim
Algumas pessoas me dizem, especialmente no trabalho, que devo rir menos. Que devo ser mais séria. Pobres delas. Eu rio. Eu sou séria, mas sou alegre.
O bom humor é tudo. E é graças a ele que ainda não tenho botox. Mas terei, e viverei o momento da agulhada dolorida.
Mas a vida passa. Seja feliz. Seja responsável pela sua felicidade. O resto é consequência (ai, como é difícil escrever sem o abolido trema da nova ortografia brasileira rs).
As consequências realmente existem.
E aquele pedaço de bolo? Eu, particularmente prefiro os sorvetes. Mas o bolo também é calórico (ou mais, ou menos que o sorvete). Mas coma o bolo. Aprecie o sabor. Ou do doce, ou o da coxinha, da empadinha, da feijoada, da caipirinha, da cerveja, do bom vinho, não importa.
Aprecie. A vida passa.
E, mesmo acreditando, como eu, em vidas futuras, certamente não estará aqui pra contar as histórias. Viva mesmo. Sem moderações rs.
Nota do autor>>>>> sem prejudicar as outras pessoas, ok?

quarta-feira, 4 de março de 2009

Cara de Paisagem


Quem me conhece um pouco, só um pouquinho, assim bem pouquinho mesmo, já deve ter ouvido este termo que roubei de minha amiga Ely: "cara de paisagem".
Na vida a gente aprende, às vezes nem tanto, mas percebe que há muitas coisas que precisam ser irrelevantes, pra que outras possam valer a pena.
Fazer cara de paisagem é algo bem útil em situações do cotidiano. Quem pratica yoga ou meditação, como eu, pode usar outras técnicas melhores, inclusive, mas que iria requerer aqui algumas mais do que dezenas de páginas para exemplificar e exemplificar.
Mas não! Cara de paisagem não requer meditações ou estados em alfa, requer apenas um certo sentido irônico e agradável pra poder sorrir das diversidades.
Exemplo: se alguém te insulta verbalmente, ao invés de retrucar, ficar estressado revidando ou fazer cara feia (que aliás, só "envelhece"), faça cara de paisagem. Leve em consideração que o fato em questão é totalmente pequeno em relação aos momentos de prazer que você tem na vida, e faça cara de paisagem.
Se ainda não entendeu, caro leitor (e aqui, que fique bem claro, o caro leitor refere-se a qualquer sexo, qualquer sexo mesmo de qualquer leitor), cara de paisagem não é um ato em si, mas sim um estado de espírito.
A primeira vez que ouvi este termo de minha amiga e astróloga Ely, que aliás, tem seu blog publicado aqui no meu, morri de rir. Mas não ria, caro leitor. A cara de paisagem não envelhece, muito pelo contrário: ela rejuvenesce.
Já reparou quantas pessoas à sua volta prestam atenção em detalhes fúteis ou inúteis que não servem pra absolutamente nada, a não ser, criar encrenca com outras pessoas? Pois é... este estado de espírito que é fazer "cara de paisagem" pode ser íntrinseco a qualquer ser humano. Basta você pensar que aquela pessoa a quem você não é tão bem quisto, pode "sim" tomar atitudes que propositalmente ou não possam te afetar. Neste caso, ao invés de perturbar-se com tão pequeno fato (às vezes nem tanto), faça cara de paisagem.
Como? Respire fundo, conte até três (no mínimo), relaxe as mandíbulas, segure a respiração e solte. Depois disto, ao invés de responder ao provável insulto com outro insulto (de tamanho igual ou não), faça a tal cara de paisagem.
Por isto, caro leitor, a cara de paisagem é um estado de espírito.
Talvez se você tem atualmente entre 15 e 25 anos ainda não possa entender isto. Coisa de adulto (risos).
Mas certamente entenderá um dia.
A vida é bela, já diz o filme italiano vencedor de oscar. Mesmo durante a batalha, precisamos superar e perceber o quanto é bela. E se desfazer dos pequenos detalhes que poderiam (mas cabe a você que não possam) atrapalhar.
Implicar com detalhes? Deixe que o outro implique.
Façamos cada um a sua parte. Por um mundo melhor. Por um estado de espírito muito melhor.
Experimente.
Dúvidas, entre no meu blog e comente. Eu te explico os detalhes rs
Bjus

terça-feira, 3 de março de 2009

Foto de criança


Aos que têm minha idade ou um pouco menos, um pouco mais, certamente irão se lembrar disto.
Alguns até, não só se lembram, mas como também a guardam emoldurada em casa, na parede da sala. Alguns, por não terem coragem de pagar este mico, guardam-na na parede da casa dos pais (ou de um deles, se já está viúvo).
Sim, porque ninguém mais, ninguém menos culpado do que os pais.
Acho até que mais a vaidosa mãe do que o pai. Enfim... deixemos a culpa de lado e vamos aos fatos.
Passava um fotógrafo de porta em porta, oferecendo os serviços prestados. Os serviços consistiriam em uma foto no meio, com mais quatro ou cinco da mesma criança em volta da primeira foto. Cada uma olhando para um lado, mas todas praticamente iguais.
Enfim... o fotógrafo não precisa de mais de quinze minutos para convencer a mãe. Principalmente porque podia se pagar por elas em suaves prestações fixas e, o melhor de tudo, ele entregava a domicílio.
Tinha mais uma vantagem ainda: se a sua mãe não gostasse, não precisava pagar. Mas também não levava...
Ah... aqui cabe uma pergunta aos mais ricos da época: os fotógrafos assediavam a todas as classes sociais ou isto era um privilégio (ou sortilégio) dos pobres apenas?
Enfim... lembro-me como se fosse hoje, minha mãe aceitou. Eu, vaidosa como mamãe, torcia para que ela aceitasse, pois já havia visto uma daquelas na sala da casa de minhas primas. Cada prima tinha direito a um “book” resumido na parede – só pra elas (na verdade, os meninos também podiam ter este sucesso estampado em casa!)
Mamãe aceitou, como falei no parágrafo anterior. Agora, o que eu não sabia, era a maratona que se seguia para a sessão de fotos. Sim, porque os preços foram tão convidativos (e olha que mamãe ganhava pouco, mas tudo pelo prazer de ver as fotos lindas estampadas – naquela época ninguém andava com máquina digital por aí, certo? As facilidades eram outras).
E a sorte batia à sua porta com aquele fotógrafo chato perturbando seu bem-estar.
Ora, porque eu estava tão feliz e agora já pensava no chato do fotógrafo? O que mudou na percepção minha com relação àquele homenzinho?
Tudo. Simplesmente porque mamãe resolveu tirar mais umas fotos, não só para o porta-retratos da parede, mas para um “book” um pouco maior, com seis páginas só minhas em formato ampliado.
Obviamente lindas. Adoro aquele álbum até os dias de hoje. Eu estava com os cabelos louros lisos lindos e com um vestido de crochê que a minha mãe prendadíssima havia feito para mim. Não me lembro a cor dele (acho que era azul). As fotos, obviamente, eram preto e branco.
Preto e branco atualmente dão um certo charme nas fotos, mas naquela época, na minha época, eram caríssimas as fotos coloridas. Ah... se eram !
A tortura (e por isto tenho certa raiva daquele fotógrafo) é que ele escolheu um baú de madeira que ficava no quarto. O baú era lindo, mas duro. Claro, de madeira.
Nenhuma posição agradava ao fotógrafo: “Mãos no queixo”, “Não, agora mão na cintura e a outra em cima do joelho”. Bem... esta foi a idéia que minha mãe mais aprovou e que, sinceramente, doeu minha bunda de ficar sentada ali.
O bendito homem não se contentava com as poses da garotinha e pedia mais, mais e mais. Ufa.. Sessão terminada, olhei minha coxa (sim, apenas uma delas, pois a outra estava em cima da perna anterior) e havia um vergão. Vergão em ter ficado apoiada na quina no baú de madeira.
Ufa... mas valeu a pena. Ficaram lindas.
Mas aquele fotógrafo.... Certamente deve ter mudado de profissão !
Eu que não o quero por aqui...