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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Colcha de retalhos


Estou fazendo uma colcha de retalhos.
Não é qualquer colcha. Ela é uma colcha de retalhos especiais.
Especiais dias de chuva e de reflexão. Especiais dias ou momentos de reflexão.
Assim estou criando a "minha" colcha de retalhos.
Sou hiper ultra mega ativa, mas tenho momentos de reflexão, de calmaria e de artesanato também.
Momentos de introspecção.
Estes momentos acontecem normalmente. Não há uma regra pra eles. Não há nada que os chame. Mas acontecem.
E minha colcha de retalhos é feita no meu tear. E há quem me conheça mais intimamente (ou nem tanto) que duvide que eu seria deste tipo de pessoa que gosta de artesanato.
Mas adoro.
Estes momentos de cores diferentes, proprio e bem apropriado para uma boa geminiana, são exclusivos.
Minha colcha de retalhos é bem diferente. Tenho foto dela. Mas está incompleta.
Pelos meus cálculos, pra caber na minha enorme cama de casal, precisarei de aproximadamente 120 retalhos tecidos em tear. Fiz 50. Nada mal, para quem teve a ideia recentemente.
Comecei a fazer um outro curso de tear, mais moderno e cheio de possibilidades. Mas os retângulos? Me perguntava o que fazer com tantos retângulos, provenientes das amostras que fui construindo com os pontos novos, de oportunidades novas, de desenhos novos.
Viraram uma ideia: a colcha.
Estou adorando. Fico em casa boa parte dos finais de semana: ouvindo música alta, relaxando, lendo e depois elaborando.
O que isto me traz: concentração. Acho que aumenta, além de persistir no yoga.
Posições? Nem tantas, mas muitas possibilidades.
Depois coloco a foto aqui. Mas encomendas? Não aceito, não.
Posso aceitar um aconchego na minha colcha de retalhos. Mas tem que ser "aquele" aconchego.
Assim como a colcha, muito especial e único.
Enquanto ele, o aconchego não vem, continuo com ela.
Divertimento? Tenho tantos outros, mas o geminiano se apega extremamente a algo. Depois a outra coisa. Agora é o momento dela.
Mas dizem que os geminianos não terminam as coisas. Talvez eu não seja exatamente assim. Termino. E quando terminar, começo outra coisa. O que será? Ainda não sei. Aceito ideias :-)
Beijos

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

E se tudo estiver errado?


Já aconteceu com você um monte de fatores sucessiva e irritantemente ruins, tudo ao mesmo tempo?
Alguns dizem que é o tal do "inferno astral". Eu, particularmente, não acredito.
Nem mesmo sequer era meu mês de aniversario (sim, porque para os entendidos no tema, o que dizem é que o inferno astral dá-se exatamente no período antecedente ao seu aniversario).
Enfim, naquele mês aconteceu de tudo: espirrar e tirar a coluna do lugar, ficar toda dolorida, colocar um emplastro (emplastro não se usava só na época dos meus pais? rs)nas costas e ficar com uma "baita" infecção alérgica com direito a pus, febre, coceira e muita dor. Ter que tomar corticoide para a infecção passar, ganhar seis quilos em duas semanas, ter que tomar medicamento fitoterápico pra perder quatro quilos após tudo isto, ser roubada violentamente, com direito a arrombamento do carro comigo dentro, o cara do roubo pular (literalmente pelos vidros)dentro do meu carro pra poder alcançar a bolsa que estava de difícil acesso, perder 800 reais, além dos documentos e um monte de coisicas interessantes de bolsa de mulher, tais como perfume importado, maquiagem legal, prendedor de cabelo, creme fator 30 para as mãos, creme fator 50 para o rosto, cartões de visita, chave da casa, máquina fotográfica com fotos do niver de setenta anos da mamãe (que aconteceu dois dias antes) e umas barrinhas de cereais .
Ufa !
Isto tudo não foi pouco. Quando pensei que tinha acabado e, como sempre, com meu costumeiro otimismo, disse pra mim mesma: "Já passou !", tive a grata surpresa de a Receita Federal liberar uma restituição de malha fina de 2005 (valor alto, caros leitores) para uma conta inativa antiga, onde tinha débitos.
A parte boa: não morri de alergia, nem de febre, nem de coceira. Também não infartei no roubo, nem no pós roubo. E nem, muito menos, quando descobri que tinha tanta coisa legal e inútil ao mesmo tempo dentro da minha bolsa de couro preferida.
Também não morri quando o banco pegou meu dinheiro da Receita. Enfim... estou aqui agora pra contar a historia.
Por que isto tudo acontece? E por que acontece de uma só vez? Conhecendo bem a mim mesma, que normalmente sou otimista e animada por natureza, só tem uma explicação que, caro leitor, custei a acreditar: Deus.
Deus é que faz isto tudo pra te testar. Testar pra quê? Talvez pra simplesmente testar e te dar algo bom em troca daqui a pouco. Talvez pra mostrar pra você que você realmente é forte e não cai fácil, não.
Chorar? Tive muita vontade. Mas aquela vozinha interior falava assim: "Dorinha, vai passar".
Passou mesmo!
Vou tomar um chop agora. Nem preciso de regime. O que são dois quilinhos a mais pra quem passou por tudo isto? Hora de comemorar mesmo :-)
A recompensa que "Ele" vai me mandar? Tô esperando. Acho que já, já... chega !
Beijos
Dora