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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quero um amor pra mim :-)

Acidente de Trabalho

Há pessoas que dizem que só acontecem coisas chatas nas vidas delas.
Comigo não. Só acontecem coisas diferentes.
E põe diferente nisto.
Hoje lembrei de uma história que aconteceu comigo e virou um acidente de trabalho numa empresa que trabalhei muitos anos.
As faxineiras haviam passado uma cera vencida no paviflex dos escritórios todos. E naquela semana, antes de mim, três pessoas levaram um tombo, simplesmente ao andar pelo chão durante o expediente.
Eu fui a quarta, mas a situação foi um pouquinho pior: eu fui buscar um copo d'água e, ao sentar na minha cadeira, escorreguei no chão liso.
Mas deve ter sido engraçado, se não fosse tão preocupante para todos no momento: eu quebrei o joelho, um osso do queixo e trinquei o externo na quina da mesa.
Como é possível? Foi possível.
A parte boa, mas não tão boa porque não me lembro, foi a que eu desmaiei ao bater o externo (fiquei sem ar) e buscaram uma maca. Além de uma pessoa que não me lembro o nome, foi o José Eduardo, lindo meu ex chefinho, me levou para a enfermaria.
Acordei na ambulância. Cheia de dores, ganhei o dia ao saber daquela parte da história.
Depois de meses ainda doía pra espirrar ou tossir.
A perna? Se recuperou melhor do que o externo, mas o gesso foi até a altura da coxa.
Por que me lembrei disto? Hoje passaram cera no piso do banheiro do escritório. Como é possível? Não sei.
Tem gente sem noção.
O que deve ser feito? Prestar atenção e caminhar devagar. Sem pressa e prestando atenção em tudo. Aí... acho que não se desequilibra :-)

Beijos e Sorrisos
Dora Machado

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Força




A força interior pode ser maior do que a força física (extraído do blog senhordavidatarot, que gosto muito).

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Modernidade


À espera do horário do rodízio. Agora são 19h15, quarta-feira. Tenho que esperar.
Há um barzinho alemão no Shopping Center Norte em São Paulo que gosto muito. Eles sempre tem Paulaner bem gelada, minha cerveja alemã preferida, que diga-se de passagem nunca é encontrada com tamanha baixa temperatura como aqui, o que aprecio enormemente.
Há um cara solitário em uma outra mesa (não como eu: embora sozinha em outra mesa, eu não estou solitária). Acabo de sair da livraria do shopping e estou degustando a Paulaner, ou seja, estou acompanhada dela, do carpacchio e de um pouco de cada um dos dois livros que eu acabo de comprar).
Só um parênteses: meu sutiã incomoda um pouco hoje: ele é lindo, mas sinto que sobe um pouco além da conta, ou um pouco além dos seios. Talvez, saindo daqui, tenha que ir ao banheiro regular as alças. Fecho os parênteses.
Voltando ao cara solitário duas mesas da minha: ele está, obviamente, aguardando alguém. Nem fico me perguntando se seria homem, mulher, amigo ou parceiro de negócios. Apenas observo. Afinal, quem escreve gosta de observar.
Aproximadamente dez minutos de espera e chega o amigo (acho que é um amigo).
E o sutiã continua subindo. Apertando e subindo. Incomoda. Mas até que eleva os seios, o que é excelente aos 40 e poucos anos, mesmo que seja ainda uma leve propaganda enganosa.
O amigo chegou, mas o outro que estava falando ao celular não parou nem para cumprimentá-lo.
- “O amigo está aqui, meu caro!” Tenho vontade de balbuciar pra ele. Mas ele está ao celular, continua falando com o interlocutor do outro lado e segue o diálogo, ou talvez, o “monólogo”.
Ele está ainda falando ao celular, mas agora, após uns dois minutos, ele abraça o amigo, que já estava impaciente à frente dele.
Abraça bem forte mesmo. Com uma parte do corpo. A outra continua segurando o celular e prestando atenção na conversa, interagindo.
Os dois se sentam.
Em outros tempos eu (ou talvez você hoje mesmo, ainda) julgaria. Eu talvez (ou você) diria que ele não está nem ligando pro amigo que acaba de chegar, já que abraça com um braço e parte do corpo, mas o outro braço está segurando o celular. O cérebro deve dividir-se, pois o cumprimento ao amigo é simultâneo à conversa ininterrupta com a outra pessoa do outro lado da linha.
Hoje não se julga isto: entendo a tecnologia e o que ela provoca nas pessoas. E há tantos prazeres (e são muitos realmente) que ela nos traz.
O celular faz o mesmo: você está em todos os lugares ao mesmo tempo e, inclusive aqui, abraçando seu amigo que, aparentemente, há muito não o via.
Passam-se alguns outros três minutos. O solitário amigo e o amigo cheio de compromissos ao celular.
Pensei que ia rolar outro abraço, agora que o telefonema terminou.
Estou exatamente ao lado deles, escrevendo tudo isto em meu caderninho.
Atrás de mim, noto que outro cara chega, abraçando o primeiro amigo, pois o que chegou depois (o segundo) agora é quem dedica uma outra parte do cérebro ao celular.
Coincidência da noite?
Modernidade.
E temos que nos adaptar. E você? Já fez a sua parte?
Vou indo agora, porque já deu o horário do rodízio. E preciso dar uma passadinha no banheiro para ajeitar o sutiã.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Poema da Aceitacao



Pessoal - assisti a esta postagem no youtube hoje. Achei que tem tudo a ver.

Beijos e sorrisos



Dora


http://www.youtube.com/watch?v=glSwt87PFMQ&feature=player_embedded